Ator Kayky Brito é atropelado no Rio e estado de saúde é grave


O ator Kayky Brito, de 34 anos, está internado em estado grave no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul do Rio de Janeiro, após ser atropelado na madrugada deste sábado (2), na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. O artista estava em um quiosque na orla, altura do posto 4, com um grupo de amigos, quando atravessou a pista para ir ao seu carro, do outro lado da via. Quando retornava, foi atropelado por um motorista de aplicativo, que seguia do Recreio dos Bandeirantes para a Barra, levando passageiros.

O motorista parou o carro e ficou no local aguardando a chegada do Corpo de Bombeiros, que encaminhou o ator para o Miguel Couto. O motorista foi encaminhado pela Polícia Militar para a delegacia de polícia da Barra da Tijuca, onde o caso foi registrado. Em seguida foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto, onde fez exame de alcoolemia, mas o teste deu negativo para bebida alcoólica.

Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Kayky Brito sofreu politraumatismo e está em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Municipal Miguel Couto.

Carreira

A estreia de Kayky Brito como ator foi em 1998, aos nove anos de idade, no espetáculo musical Marcelo Marmelo Martelo, como o personagem Caloca. Em 2000, estreou na novela infantil Chiquititas, exibida pelo SBT, interpretando o órfão Fabrício. Em 2002, foi para a Rede Globo, onde desempenhou o papel do protagonista Zeca na novela adolescente O Beijo do Vampiro. Um ano depois, participou da novela Chocolate com Pimenta, onde interpretou a menina Bernadete. No mesmo ano, participou do filme Xuxa Abracadabra e em várias outras novelas na carreira.

Ele é irmão da também atriz Sthefany Brito, de 36 anos.




Fonte: Agência Brasil

Instituto Federal de SP abre processo seletivo para cursos técnicos


O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) abriu processo seletivo para cursos técnicos integrados ao ensino médio que acontecerão no primeiro semestre de 2024. Segundo o instituto, estão sendo oferecidas 6.485 vagas em 37campus.

Do total de vagas, 3.840 serão destinadas para cursos técnicos integrados e 2.645 serão para cursos técnicos concomitantes ou subsequentes ao ensino médio. Estão sendo oferecido cursos como técnico em informática, técnico em administração, técnico em mecânica e técnico em meio ambiente, entre outros.

No caso do processo seletivo para os cursos técnicos integrados ao ensino médio, os candidatos devem ter concluído o ensino fundamental. Já para os cursos técnicos concomitantes/subsequentes, o público-alvo são estudantes a partir do segundo ano do ensino médio ou que tenham concluído o ensino médio.

As inscrições para o processo seletivo devem ser realizadas pelo site até o dia 10 de setembro. Cada candidato deve optar por um único curso e campus onde pretende estudar. A taxa de inscrição varia entre R$ 20 e R$ 50.

Mais informações podem ser obtidas no site do IFSP.




Fonte: Agência Brasil

Morre Eduardo Sanovicz, ex-presidente da Embratur e da Abear


Morreu neste sábado (2) o ex-presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) Eduardo Sanovicz. O executivo faleceu aos 63 anos em Santos, sua cidade natal. Ele exercia atualmente o cargo de presidente-executivo do Conselho Deliberativo da Abear, e passava por um tratamento contra câncer de pâncreas.

Em sua conta no Linkedin, Eduardo Sanovicz apresenta-se como graduado em história, mestre e doutor em Ciências da Comunicação e professor doutor do curso de turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP).

Ocupou a presidência da Embratur entre 2003 e 2006, durante o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, foi responsável pela implantação do Plano Aquarela e pela criação da Marca Brasil.

O falecimento de Sanovicz foi comentado nas redes sociais pelo presidente Lula e por vários colegas e entidades nas quais trabalhou.

“Eduardo Sanovicz foi um professor universitário e militante político brasileiro que durante toda a sua vida trabalhou pelo desenvolvimento do país de forma inclusiva e democrática. Militou contra a ditadura e pelas diretas e atuou para desenvolver o Turismo no Brasil. Trabalhou nas gestões petistas em Santos e São Paulo, foi presidente da Embratur no meu primeiro governo e presidiu a Associação Brasileira das Empresas Aérea “, disse Lula por meio do X, rede social que substituiu o Twitter.

Lula lembrou que, em agosto, Sanovicz recebeu uma homenagem na Embratur, “onde deixou um legado tão importante na imagem do país no exterior e no desenvolvimento do setor”. “Na campanha de 2022, no esforço de reconstrução democrática do Brasil, fez questão de colaborar com o plano de governo para o Turismo. Meus sentimentos e minha solidariedade aos familiares, amigos, alunos e admiradores de Eduardo Sanovicz”, complementou Lula.

O falecimento do executivo também foi comentado pelo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, pelas redes sociais. “Edu sempre se dedicou de corpo e alma à aviação e ao turismo. Uma figura inspiradora, que vai deixar saudades. Que Deus conforte os corações de todos”, escreveu o ministro.

Embratur e Abear

A Embratur e a Abear também publicaram notas de pesar sobre o falecimento de Sanovicz.

“Toda nossa solidariedade à sua esposa Bete, sua mãe Diva, às “quatro Joias da Coroa”, como carinhosamente chamava seus filhos Mariana, Carolina, Gabriela e Artur; seus irmãos Roberto e Marcelo, e sua cunhada Vera. Nós, da Embratur, agradecemos muito pela sua amizade, ensinamentos, parceria e contribuição para o turismo brasileiro”, diz a nota da Embratur.

A Abear lembrou que Sanovicz é reconhecido como uma das principais lideranças da aviação comercial brasileira nos últimos 11 anos para o desenvolvimento do setor de turismo e, consequentemente, para o fortalecimento social e econômico do país.

“Em 2023, quando celebrou 30 anos de dedicação ao turismo, Sanovicz refletiu sobre tantas conquistas: ‘Nessa altura da vida me permito falar de forma muito sincera: eu só acredito no Turismo como forma de reduzir a miséria e a pobreza nesse país. A gente precisa entender para o que serve o nosso trabalho, e com isso a qualidade de entrega pode ser muito melhor’”, diz a nota da Abear.

A associação lembra que, antes da Embratur, Sanovicz foi diretor de Turismo da cidade de Santos, em 1993, onde foi um dos responsáveis pela implementação de planos de recuperação do Turismo da cidade. Entre 1997 a 2000, Sanovicz foi diretor do São Paulo Convention & Visitors Bureau, atualmente conhecido como Visite SP. De 2001 a 2003, foi presidente da Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo, atual SP Turis.






Fonte: Agência Brasil

Família de MC Marcinho joga cinzas do cantor em praia de Cabo Frio


O irmão do cantor MC Marcinho, Mauro Garcia, compartilhou nesta sexta-feira (1º), um vídeo jogando as cinzas do cantor, conhecido como o Príncipe do Funk, na praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Do alto de uma pedra, muito emocionado, Mauro disse que esse era um dos seus lugares preferidos. O corpo do cantor foi cremado, no Rio.

“Estamos aqui em Cabo Frio, o lugar que meu irmão mais amava. Quando ele estava de férias, de folga, a gente vinha aqui com a família. Eu acho mais justo, a gente jogar as cinzas dele aqui em Cabo Frio. É a nossa despedida. Deus o abençoe. E que de lá ele possa nos abençoar. Ele vai estar sempre em nossos corações. Descanse em paz, meu irmão”.

MC Marcinho morreu no último sábado (26), aos 45 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. O estado de saúde do cantor tinha se deteriorado nos últimos dias, e sua família e equipe haviam feito uma campanha de doação de sangue para ele e pedido orações aos fãs e admiradores. Ele estava internado desde o dia 27 de junho no Copa D’Or e aguardava um transplante de coração.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumulada pode pagar prêmio de R$ 48 milhões


O concurso 2628 da Mega-Sena está acumulado e tem uma expectativa de premiação de R$ 48 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal. O sorteio está previsto para as 20h deste sábado (2).

As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5. Quanto mais números forem marcados, maior é o preço das apostas. Um jogo com 7 números sai a R$ 35. A aposta máxima é de 20 números e sai a R$ 193,8 mil.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumulada pagará R$ 48 milhões


O concurso 2628 da Mega-Sena está acumulado e tem uma expectativa de premiação de R$ 48 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal. O sorteio está previsto para as 20h deste sábado (2).

As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5. Quanto mais números forem marcados, maior é o preço das apostas. Um jogo com 7 números sai a R$ 35. A aposta máxima é de 20 números, e sai a R$ 193,8 mil.




Fonte: Agência Brasil

Bienal do Livro vai receber 600 mil visitantes no Riocentro


A cerimônia de abertura do maior festival de literatura, cultura e entretenimento do país nesta sexta-feira (1º), no Riocentro, trouxe para o palco um pouco das experiências que o público vai viver nos próximos 10 dias, com a edição de 40 anos.  O prefeito do Rio, Eduardo Paes, a CEO assinou o decreto que promove a Bienal como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, valorizando a festa literária que traz as mais relevantes discussões sobre temas contemporâneos e que tanto inspirou a realização de eventos do mercado literário pelo país.

A cerimônia reuniu no palco a escritora Thalita Rebouças, a dupla de influenciadoras do livro e apresentadoras Afrofuturas, Pétala de Souza, o criador de conteúdo digital Fabão, o violoncelista Federico Puppi e a bateria da Portela. A abertura da Bienal também contou com a entrega do Prêmio José Olympio ao Programa Nacional do Livro Didático e com uma homenagem à Ana Maria Gonçalves, autora mineira do clássico Um defeito de cor, que será tema do desfile da Portela no Carnaval de 2024.

A Bienal vai reunir 380 autores e personalidades em mais de 200 horas de programação para um público de todas as idades, com nomes confirmados, como: Carla Madeira, Valter Hugo Mãe, Vera Holtz, Julia Quinn, Conceição Evaristo, Holly Black, Lázaro Ramos, Mauricio de Sousa, Aílton Krenak, Ana Maria Machado, Eliane Brum, Itamar Vieira, Klara Castanho, Joice Berth e muito mais.

Novidades

Os visitantes vão aproveitar as novidades pensadas pera esta edição, unindo pessoas apaixonadas por contar e ouvir histórias, com sessões para explorar a transversalidade dos livros, com narrativas que vão para os filmes, séries, músicas e peças de teatro. Entre as novidades, está o destaque para os formatos Em Primeira Pessoa e Páginas no Palco pensados para ocupar o tradicional Café Literário – e o Páginas na Tela, que promete movimentar a Estação Plural. Há ainda um novo espaço de diversão e efervescência batizado de Palavra-Chave.

A estimativa dos organizadores é que 600 mil pessoas circulem nos 10 dias de festival, que conta com tradução em libras, transmissão simultânea online e nos telões nos jardins do Riocentro. Para o público infantil, uma programação lúdica e imersiva batizada de “A Grande Aventura Leitora”, inspirada no clássico Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Na atração de 600 metros quadrados, importantes personagens da literatura infantil brasileira, como Alice, Emília, o Menino Maluquinho e a Turma da Mônica estarão reunidas para uma grande festa durante o evento.

Com o propósito de transformar o país a partir do estímulo à leitura, a Bienal vai receber um público recorde de estudantes no projeto Visitação Escolar: serão mais de 100 mil alunos das redes pública e particular, com investimento feito pelas secretarias municipais e estadual de Educação – R$ 8 milhões – garantindo que nenhum aluno de escola pública participante do projeto volte para casa sem livro. Além da visitação escolar, a Bienal novamente promove visitas guiadas para deficientes visuais, com o apoio do Instituto Benjamin Constant, com apoio da Colgate. A Bienal conta ainda com patrocínio da BIC, Transegur, Suzano e Supergasbras, além da Zap Imóveis, Dataprev, Redecard e da Fundação Itaú, marcas que apostam no alcance do produto Bienal do Livro Rio entre um público diverso, de todas as idades, para ampliar a visibilidade de seus projetos.

Acesso

Este ano, o encontro vai privilegiar os jardins do Riocentro, com mais de 100 opções de alimentação, incluindo restaurantes como: HNT, Billy The Grill, TT Burger, Di Blasi, Porto do Sabor, Oakberry, Cafeteria 3 Corações, O Burguês, BOB´S, Lemax Burger, Rei do Mate e Ravi’s.

Para chegar ao evento, além de ônibus privado oferecido pela empresa GO2 Eventos, a Prefeitura do Rio criou uma linha especial de BRT para os fins de semana e o feriado (SE010), das 9h às 21h, partindo do Terminal Paulo da Portela, em Madureira, até o Terminal Recreio, com parada na estação Olof Palme – mais próxima à entrada da Bienal. Nos dias de semana, haverá reforço de ônibus para a região do Riocentro.

Editores

Para marcar os 40 anos da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) vai conectar protagonistas do mercado editorial para discutir temas urgentes para o setor. Essa é a proposta do Rio International Publishers Summit, encontro promovido pela primeira vez durante o maior festival literário do Brasil e que acontecerá entre os dias 4 e 6 de setembro no Riocentro.

O fórum vai tratar dos desafios da transformação tecnológica, passando pelo uso de Inteligência Artificial e a preservação do direito autoral, em um cenário regulatório de muitas indefinições. Para o presidente do SNEL, Dante Cid, o Summit vai ser uma oportunidade do mercado se apresentar para outros atores da sociedade, como governo, o universo jurídico e para a mídia, os desafios mais atuais.

Presente na memória afetiva de milhares de pessoas, a Bienal do Livro Rio completa 40 anos com uma edição comemorativa que traz as mais relevantes discussões contemporâneas, acompanhando as mudanças do mundo. Este ano, o maior festival de literatura, cultura e entretenimento vai oferecer ao público experiências que vão além do livro, em palcos inéditos e com bastante interação com o público, unido por uma paixão em comum: contar e ouvir histórias.




Fonte: Agência Brasil

Festivais Dia da Amazônia alerta para defesa dos biomas brasileiros


Cinco cidades brasileiras, iniciando por Santarém (PA), abrigarão festivais culturais e artísticos a partir deste sábado (2), em celebração ao Dia da Amazônia, que acontece em 5 deste mês. Esta será a segunda edição do Festivais Dia da Amazônia. Mais de 13 organizações e um número superior a 50 artistas estão envolvidos diretamente na mobilização nacional do evento, ao longo do mês de setembro. A tradição foi iniciada no ano passado para comemorar a data, instituída por lei em 2007, abrangendo festivais e atividades diversas que se estenderão por todo o país, até o próximo dia 30. Entre essas ações estão oficinas, peças de teatro, atividades esportivas e educativas, plantio de árvores, exposições e exibição de filmes. Todas têm foco na temática da proteção e valorização da Amazônia.

O show de abertura será o Festival Amazônia de Pé, na Aldeia Alter do Chão – Território Borari, no município de Santarém (PA), a partir das 16h. Estarão se apresentando, entre outros artistas, Dona Onete, a Rainha do Carimbó Chamegado; o Ritual do Sairé, Espanta Cão, Lane Lima (Guardiã Tribal – Tribo Munduruku), Suraras do Tapajós, Marciele Albuquerque (Cunhã Poranga – Boi Caprichoso), Priscila Castro, Cleide do Arapemã, Boto Cor de Rosa e Boto Tucuxi, Zek Picoteiro. Outras quatro cidades sediarão festivais.

Alerta

A coordenadora do coletivo Reocupa, associação voltada para a defesa dos direitos humanos e uma das organizadoras do Festivais Dia da Amazônia, Deuza Brabo, informou à Agência Brasil que o evento alerta, nesta edição, que é preciso olhar não só para a Amazônia, como para os demais biomas do Brasil, entre os quais o Cerrado e a Mata Atlântica. “Esse é o mote que a gente está colocando também em pauta. A gente precisa manter a floresta de pé e, também, transformar o mês de setembro no Setembro Amazônico. Tirar a simbologia de apenas um dia, para ampliar, para que esse diálogo e essa discussão sejam também aumentados”.

Segundo Deuza, os festivais ocorrerão em dias alternados, sem coincidência de datas, “exatamente para levar essa onda do Setembro Amazônico”. Deuza Brabo destacou a diversidade amazônica que está presente em todo o evento. “A gente está falando da Amazônia Legal, mas nós temos a diversidade dos povos originários. A gente tem essa diversidade dentro da Amazônia, que é extremamente relevante, para que a gente abra esse diálogo e entenda que os povos originários têm as suas particularidades. A luta é uma só: manter a floresta de pé, mas dentro dessa diversidade de povos”.

A importância que a sociedade brasileira vê cada vez mais na floresta impulsionou os diversos movimentos e organizações socioambientais a celebrarem pela segunda vez o Dia da Amazônia, como um alerta para o Brasil e o mundo sobre a importância do bioma para o combate às mudanças climáticas e a preservação da Floresta Amazônica como elemento central para o debate público brasileiro.

Programação

Com o intuito de atrair públicos diversos ao longo das programações de cada cidade, o evento pretende passar a mensagem de que a Amazônia está em todo lugar, muito além de suas fronteiras.

No domingo (3), a festa chega à capital paulista, que receberá, no Tendal da Lapa, o Festival Baile da Terra, a partir das 14h. Entre os nomes que se apresentarão estão o Nomade Orquestra com Russo Passapusso e Dj Ália. Em Manaus, no dia 9, será a vez do Festival Grito na Rua, com abertura prevista às 15h, seguida de Macapá, que recebe o Festival Nossa Amazônia, em 17 de setembro, às 16h. Encerrando as comemorações, acontece em 30 de setembro, em São Luís (MA), o Festival Re(x)istencia Fest lll, a partir das 13h, no Parque do Rangedor.

Além dos festivais nas cinco cidades, acontecerá também a Virada Cultural Amazônia de Pé, conduzida pelo Movimento Amazônia de Pé. A programação da Virada reúne dezenas de ações descentralizadas por todo o país. As iniciativas demonstram que, em todas as regiões, os brasileiros estão atentos ao tema e querem participar dessa comemoração em defesa da Amazônia, destacou Deuza. O programa da Virada pode ser conferido aqui.






Fonte: Agência Brasil

Festivais Dia da Amazônia alertam para defesa dos biomas brasileiros


Cinco cidades brasileiras, iniciando por Santarém (PA), abrigarão festivais culturais e artísticos a partir deste sábado (2), em celebração ao Dia da Amazônia, que acontece em 5 deste mês. Esta será a segunda edição do Festivais Dia da Amazônia. Mais de 13 organizações e um número superior a 50 artistas estão envolvidos diretamente na mobilização nacional do evento, ao longo do mês de setembro. A tradição foi iniciada no ano passado para comemorar a data, instituída por lei em 2007, abrangendo festivais e atividades diversas que se estenderão por todo o país, até o próximo dia 30. Entre essas ações estão oficinas, peças de teatro, atividades esportivas e educativas, plantio de árvores, exposições e exibição de filmes. Todas têm foco na temática da proteção e valorização da Amazônia.

O show de abertura será o Festival Amazônia de Pé, na Aldeia Alter do Chão – Território Borari, no município de Santarém (PA), a partir das 16h. Estarão se apresentando, entre outros artistas, Dona Onete, a Rainha do Carimbó Chamegado; o Ritual do Sairé, Espanta Cão, Lane Lima (Guardiã Tribal – Tribo Munduruku), Suraras do Tapajós, Marciele Albuquerque (Cunhã Poranga – Boi Caprichoso), Priscila Castro, Cleide do Arapemã, Boto Cor de Rosa e Boto Tucuxi, Zek Picoteiro. Outras quatro cidades sediarão festivais.

Alerta

A coordenadora do coletivo Reocupa, associação voltada para a defesa dos direitos humanos e uma das organizadoras do Festivais Dia da Amazônia, Deuza Brabo, informou à Agência Brasil que o evento alerta, nesta edição, que é preciso olhar não só para a Amazônia, como para os demais biomas do Brasil, entre os quais o Cerrado e a Mata Atlântica. “Esse é o mote que a gente está colocando também em pauta. A gente precisa manter a floresta de pé e, também, transformar o mês de setembro no Setembro Amazônico. Tirar a simbologia de apenas um dia, para ampliar, para que esse diálogo e essa discussão sejam também aumentados”.

Segundo Deuza, os festivais ocorrerão em dias alternados, sem coincidência de datas, “exatamente para levar essa onda do Setembro Amazônico”. Deuza Brabo destacou a diversidade amazônica que está presente em todo o evento. “A gente está falando da Amazônia Legal, mas nós temos a diversidade dos povos originários. A gente tem essa diversidade dentro da Amazônia, que é extremamente relevante, para que a gente abra esse diálogo e entenda que os povos originários têm as suas particularidades. A luta é uma só: manter a floresta de pé, mas dentro dessa diversidade de povos”.

A importância que a sociedade brasileira vê cada vez mais na floresta impulsionou os diversos movimentos e organizações socioambientais a celebrarem pela segunda vez o Dia da Amazônia, como um alerta para o Brasil e o mundo sobre a importância do bioma para o combate às mudanças climáticas e a preservação da Floresta Amazônica como elemento central para o debate público brasileiro.

Programação

Com o intuito de atrair públicos diversos ao longo das programações de cada cidade, o evento pretende passar a mensagem de que a Amazônia está em todo lugar, muito além de suas fronteiras.

No domingo (3), a festa chega à capital paulista, que receberá, no Tendal da Lapa, o Festival Baile da Terra, a partir das 14h. Entre os nomes que se apresentarão estão o Nomade Orquestra com Russo Passapusso e Dj Ália. Em Manaus, no dia 9, será a vez do Festival Grito na Rua, com abertura prevista às 15h, seguida de Macapá, que recebe o Festival Nossa Amazônia, em 17 de setembro, às 16h. Encerrando as comemorações, acontece em 30 de setembro, em São Luís (MA), o Festival Re(x)istencia Fest lll, a partir das 13h, no Parque do Rangedor.

Além dos festivais nas cinco cidades, acontecerá também a Virada Cultural Amazônia de Pé, conduzida pelo Movimento Amazônia de Pé. A programação da Virada reúne dezenas de ações descentralizadas por todo o país. As iniciativas demonstram que, em todas as regiões, os brasileiros estão atentos ao tema e querem participar dessa comemoração em defesa da Amazônia, destacou Deuza. O programa da Virada pode ser conferido aqui.






Fonte: Agência Brasil

Museu Nacional precisa de R$ 180 milhões para reconstrução


Cinco anos depois do incêndio que destruiu o Museu Nacional ainda faltam R$ 180 milhões para sua reconstrução. O orçamento preliminar estimado pelo Projeto Museu Nacional Vive é de R$ 445 milhões, sem considerar o acervo. Deste total, já foram captados R$ 265,3 milhões, o que equivale a 60% da meta. Até 80% dos 20 milhões de exemplares do museu foram afetados pelo incêndio.

A fachada principal do Paço de São Cristóvão foi inteiramente restaurada. Neste momento, as obras estão ocorrendo nos blocos 2 e 3 do Palácio, contemplando serviços como proteção dos elementos que sobreviveram ao incêndio; proteção das escavações e prospecções arqueológicas; construção e impermeabilização de lajes de coberturas; regeneração de todas as alvenarias remanescentes. Em meados de 2024, está prevista a abertura da sala do meteorito Bendegó e da escadaria monumental no palácio histórico. A previsão da reabertura total do museu é 2028.

“A gente não quer fazer um museu igual ao que era. Queremos fazer um museu moderno, sustentável que promova o diálogo com a sociedade”, disse o professor Alexander Kellner, diretor da instituição. “O Museu Nacional, para ser reconstruído, precisa da sociedade. Por outro lado, temos a convicção de que a sociedade precisa do seu Museu Nacional de volta o quanto antes”.

Karajá

O Museu Nacional recebeu doação do povo Karajá de peças de sua cultura para ajudar na recomposição do acervo, perdido no incêndio de 2018. O cacique tradicional e pajé Sokrowé Karajá, da aldeia Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal, em Tocantins, responsável pela doação, vai participar de roda de conversa no Festival Museu Nacional Vive .

O cacique já doou uma faca de ritual talhada em uma única peça de madeira, decorada com penas e plumas de pássaros, uma panela de cerâmica para ritual e um banco. Dessa vez, ele trouxe um cocar usado em festas e braceletes. “São objetos meus que estou entregando de coração de presente para o museu”, disse Sokrowé.

O historiador Crenivaldo Veloso, do setor de etnologia e etnografia do Museu Nacional, explicou que a principal proposta de reconstituição do acervo é estabelecer parcerias com as comunidades de origem dos materiais.

“A grande diferença é que as comunidades que produzem essas peças estão participando das escolhas, indicando quais peças devem ser enviadas para a instituição, quais narrativas podem ser apresentadas nas futuras exposições. Não tratamos como doação. Temos tratado essa experiência como compartilhamento porque eles estão compartilhando conosco suas histórias, memórias, ancestralidades”, disse Veloso.

Festival

Marcando os cinco anos dos trabalhos para reconstruir o Museu Nacional, destruído por um incêndio em 2 de setembro de 2018, a instituição e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive (UFRJ, Unesco e Instituto Cultural Vale) promovem a edição 2023 do Festival Museu Nacional Vive a partir das 10h deste domingo (3). Será uma oportunidade para o público ver de perto os avanços na restauração do Paço de São Cristóvão.

Na Tenda Científica, pesquisadores de diversos setores do museu vão interagir com o público por meio de 30 atividades, incluindo exposição de acervos, relatos, jogos e painéis. Será possível saber mais sobre as diferentes coleções do museu, ter contato com seres vivos e preservados, e até conhecer o processo de digitalização de acervos, com demonstração ao vivo.

O projeto Meninas com Ciência também participa do encontro, oferecendo uma oficina com madeiras. Já a atividade O Resgate dos Acervos – O Museu que sobreviveu ao fogo vai apresentar o processo de salvamento de acervos, com a exposição de itens da forma que foram recuperados, também peças que já foram tratadas e limpas, assim como réplicas e equipamentos utilizados.

O Museu da Vida da Fiocruz traz a atividade Por Dentro de Nós, que apresenta o funcionamento do corpo humano e suas interações, por meio de modelos anatômicos, além de permitir ao visitante interagir com microscópios e lupas.

Para Juliana Sayão, diretora adjunta de integração Museu e Sociedade, é fundamental que a sociedade não esqueça o que aconteceu no Museu Nacional para que esse tipo de situação não se repita em outros aparelhos culturais do país.

“É importante o museu marcar nessa data que está próximo do público, trabalhando e querendo atuar junto com a sociedade. Cada vez que a gente tem contato com o público do Museu Nacional, a gente tem a oportunidade de reviver os momentos felizes que eram tanto para nós quanto para o público de compartilhar as atividades desenvolvidas no museu”, disse Juliana.

Festival Museu Nacional Vive

Domingo, 03/09 | Alameda das Sapucaias (Quinta da Boa Vista)

Tenda científica

Atividades educativas promovidas por diferentes setores do Museu Nacional/UFRJ
Das 10h às 16h

Tenda cultural

11h30 – Companhia Folclórica do Rio – UFRJ
13h30 – Unicirco Marcos Frota
15h30 – Roda de Samba com o Grupo Arruda

Rodas de conversa

0h – A Coleção Regional do Museu Nacional, com a Dra. Carla Costa Dias
12h30 – Povo Iny Karajá da Ilha do Bananal (Tocantins) + Pintura corporal e grafismos

Feira Junta local

10h às 17h30 – Produtores comercializando comida boa, local e justa




Fonte: Agência Brasil